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Conheça o livro:

Crepusculário: conferências sobre mitohermenêutica & educação em Euskadi
São Paulo: Editora Zouk, 2004 - ISBN 85-88840-20-0

de Marcos Ferreira Santos,
livre-docente em Cultura & Educação pela Faculdade de Educação da USP, professor visitante de Hermenêutica Simbólica da Universidad de Deusto (Euskadi, País Vasco) e da Universidad Complutense de Madrid.

Prefácio: Prof. Dr. Andrés Ortiz-Osés, catedrático de Hermenêutica Simbólica da Universidad de Deusto (Bilbao), membro honorário da Sociedad Española de Psicología Analítica e membro do Círculo de Eranos (Ascona, 1933-1988).

Apresentação: Profa. Dra. Maria Cecília Sanchez Teixeira, FEUSP & UNIC:
"Tecelão, ferreiro, sapateiro, peregrino, jardineiro. São imagens que carregam o sentido de educador que Marcos quer mostrar ao leitor. Como diz Bachelard, uma imagem poética pode ser o germe de um mundo e, eu acrescentaria, de uma educação. A germinação remete ao imaginário noturno, vegetal, e à imaginação terrestre, que mobilizam o autor na sua busca de sentido para a educação e para a existência humana. Daí se valer das imagens do jardim (Képos) e da cultura das culturas ao pensar a educação para além de todos os escolacentrismos (...) contribuindo não só para a consolidação de uma hermenêutica simbólica de cunho antropológico na reflexão sobre a educação, mas, principalmente, para evidenciar a presença de Eros na educação, despertando a paixão de educar."

Trata-se das conferências proferidas pelo autor em Euskadi (País Vasco, norte da Espanha) como professor visitante de Hermenêutica Simbólica nas Universidad de Deusto (Bilbao), Universidad del País Vasco (Euskal Herriko Unibertsitatea) e Zenbat Gara - Centro de Cultura y Lengua Euskara (Bilbao). O Crepusculário se estende a partir das noções básicas do universo de investigação mitohermenêutica, relativizando o componente heróico e diurno (apolíneo) presente na discussão educacional para preparar o terreno de uma educação de sensibilidade.
Portanto, não se trata de nenhum modismo ou nova metodologia salvadora, ms tão-somente de um diálogo com experiências mais ancestrais que o âmbito ocidental-iluminista de nossa educação escolarizante.
As práticas crepusculares retomam as noções de ancestralidade como alternativa de re-ligação e re-leitura (re-ligare e re-legere) da contemporaneidade com as contribuições de um estilo mitohermenêutico que situa a compreensão de si mesmo como ponto de partida, meio e fim de toda jornada interpretativa.

Informações: marcosfe@usp.br

Pedidos: www.editorazouk.com.br

 

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